nome da entidade
neste ponto, optarei por realizar experiências com ambas as versões: ips e instituto português do sangue.

contexto histórico e sócio-económico da identidade
a 2 de janeiro de 1958 é criada a primeira unidade responsável pela medicina transfusional em Portugal. a 1976 fica estabelecido um esboço daquilo que viria a ser a rede nacional de transfusão sanguínea - linhas orientadoras fundamentais e acesso à terapêutica de sangue. na década de 80, alguns problemas (SIDA, falta de sangue, etc.) revelaram as insuficiências existentes e a falta de uma organização nacional bem estruturada. é então que o avanço científico e os progressos na área da medicina levam a um crescimento e desenvolvimento destes serviços. Surge então o IPS enquanto organismo público.

missão actual da entidade
a missão do instituto português do sangue é a de garantir o bom funcionamento da medicina transfusional, promovendo doações de sangue a um nível nacional e garantindo que a população está consciente da importância deste gesto.

vectores (dador, sangue, etc)
o sangue é um tecido composto por plasma, leucócitos, glóbulos vermelhos e plaquetas. é na medula óssea que nascem as células sanguíneas, constantemente renovadas. as suas funções consistem no transporte de oxigénio, dióxido de carbono, nutrientes e etc.
o dador
há três tipos de transfusão - a autóloga, sangue total (a mais comum) e a aférese. recebe o cartão nacional de dador de sangue quem procede pelo menos uma vez à dádiva de sangue. os homens podem dar sangue de 3 em 3 meses e as mulheres 4 em 4. há galardões e medalhas que são atribuídas consoante o número de vezes que o dador efectuou a dádiva. o dia nacional do dador de sangue calha a 27 de março, e o dia mundial do dador de sangue calha a 14 de junho. antes de poder doar, é necessário que o indivíduo se submeta a uma triagem clínica, de forma a averiguar se reúne as condições necessárias à dádiva

reformulação
creio que a marca actual, além de agressiva e pouco harmoniosa, promove pouco a imagem de "suavidade" e alegria que o instituto tenta conferir ao acto da dádiva. assim, o meu objectivo com a reformulação desta marca passará por expressar graficamente aquilo que o instituto pretende: que doar sangue não custa nada, ou seja, nada há a recear. mesmo a nível da campanha, manipuladora na maior parte dos casos, essa agressividade está patente, e, apesar de funcionar, talvez não venda tão bem a marca quanto seria desejável - neste ponto também me proponho a tentar encontrar uma solução mais pacífica.
em relação ao sítio do internet, creio que este também necessita de uma adequação aos pontos por mim mencionados - para não referir que a informação se encontra muito mal organizada, pelo menos na minha opinião.